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Introduzindo UX para negócios: o caminho para oferecer uma experiência ideal do seu produto para as pessoas

O primeiro de uma série de posts falando o quão essencial são os processos de UX para uma melhor experiência de uso de sites, lojas e apps!

Ilustração com o título "Uma introdução sobre UX para negócios" com um homem mexendo no celular em frente a uma parte de post its e desenhos de telas de app

UX (User Experience) – sigla em inglês para Experiência do Usuário – já há alguns anos tem despontado como um meio importante de prover produtos impactantes, de diversos tipos de negócios, para as pessoas. Hoje em dia lançar um produto o mais rápido o possível – sem entender de fato as dores de um público, idealizar uma solução e testar sua ideia com o seu público – não é mais uma opção viável.

Um ponto que vale mencionar e que muitas pessoas se confundem (e outras empresas se aproveitam disso) é que com UX, a última coisa que você irá abordar são os desenhos de telas (área que denominamos como Design de Interface – também chamado de UI Design). Como pontuamos no nosso artigo de UX para e-commerces: UX é estratégia.

UX é sobre perguntas e estratégia, não sobre respostas

Como você se relaciona com os seus usuários? Qual a experiência deles de usar sua solução – seja ela um site, uma loja virtual, um app, por exemplo. Quais oportunidades você está deixando passar para o seu negócio ao não fazer uma análise de seus concorrentes e suas soluções (o que chamamos de benchmark) e com isso criar um negócio inovador? Ou que se destaque dos demais?

O UX – Experiência do usuário – é uma disciplina que tem seu foco resumido em duas palavras: pessoas e empatia. Consiste em – como é basicamente um jargão na área – calçar os sapatos de seus usuários, saber as dores que eles tem ao usar o seu produto – através de perguntas com eles – e chegar a hipóteses que possam solucioná-las. E – claro – logo após isso testá-las.

O UX tem basicamente três pilares que caracterizam a forma como as pessoas se identificam e usam seu produto ou serviço: Design Visceral, Design Comportamental e Design Reflexivo.

  • Design Visceral: ligado ao instinto, cultura, estética e experiências prévias do usuário;
  • Design Comportamental: ligado a habilidade do usuário, o nível de entendimento dele sobre uma tarefa;
  • Design Reflexivo: o quão o produto ou serviço agregou à pessoa em seu uso. Senso de completude e satisfação após solucionar algo que ela precisava fazer.
Diagrama com os "3 níveis de apelo do Design" pelo Don Norman: Visceral (eu quero ter/ver agora!); Comportamental (eu sinto que tenho o domínio em usar) e Reflexivo (eu me sinto completo/bem em usar)
Diagrama “3 níveis de apelo do Design” pelo Don Norman: Visceral (mexe com o instinto e irracional); Comportamental (mexe com a parte de habilidades/intelecto do usuário) e Reflexivo (faz o usuário refletir do quão boa – ou ruim – a experiência dele no uso)

Os campos que são englobados no UX para negócios

Mais do que nunca essa área está diversa com relação as suas ações: 

  • UX Research: pesquisar – seja de forma qualitativa (aprofundada) ou quantitativa (números e insights) – oportunidades de aprimoramento de um produto ou serviço da empresa entre seus usuários;
  • UX Estratégico: através de dados colhidos, testes e entrevistas, levantar ideias/hipóteses para um problema – além de acompanhamento constante do produto/serviço;
  • UX Writing: escrever textos para interfaces alinhados com a cultura e conhecimento dos seus usuários e objetivos do marketing e missão da sua empresa;
  • Testes de usabilidade: propor, realizar e acompanhar testes que visam saber quais detalhes e informações visuais obtém um melhor resultado de acordo com seus objetivos (cores, textos, variação de layout são alguns exemplos);
  • Arquitetura da Informação: elaboração de estruturas visuais otimizadas para os seus usuários. Concepção de fluxos de navegação objetivos e intuitivos, além da melhor categorização das informações (links de navegação, seções e formas de buscar algo particular) presentes no seu site, loja virtual, sistema ou app.
  • UX Design: transformar as ideias validadas durante um processo de descobertas de oportunidades em protótipos – que variam entre baixa, média e alta fidelidades – para testar com seus usuários antes de partir para a programação e documentação do Design/interface.

Bastante coisa, não? Mas, na ânsia de fazer uma nova ideia ir para a rua e lucrar, muitas empresas acabam frustradas e se encontram estagnadas ou com péssimas experiências – sejam produtores/programadores ou parceiros – por não incorporar ao menos uma destas atividades no seu cronograma. Estas são atividades de suma importância de se levar em consideração na hora de colocar um projeto para rodar, seja um MVP ou uma nova funcionalidade para algo que o seu negócio já possua. 

Gostou? Compartilhe que em breve postaremos mais coisas bacanas para enriquecer seu repertório. Caso se encontre com algum dos problemas que listamos ou precise realizar algumas dessas atividades para para o seu produto ou para seu cliente, entre em contato conosco que – virtualmente, por hora – bateremos um papo para ajudar sua ideia decolar!

Não deixe de acompanhar outras dicas úteis para o produto/serviço da sua empresa em nosso Instagram: @somostroia

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